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PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PDE
 
 
PLANO DE TRABALHO
 
 
 
1. IDENTIFICAÇÃO
 
1.1 ÁREA: Língua Estrangeira Moderna (Língua Inglesa)
1.2 PROFESSOR PDE: Marilda Guirardelli Santana
1.3  PROFESSOR ORIENTADOR IES: Elaine Fernandes Mateus
 
2. TEMA DE ESTUDO DA INTERVENÇÃO
 “Importância da Língua Inglesa na contemporaneidade”
 
3. TÍTULO
“Inglês como Língua Internacional: processo de conscientização na Escola Pública do Estado do Paraná”
 
4. PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMA
 
Atualmente vivemos num mundo de constantes e rápidas mudanças, onde fatos acontecem a todo momento de uma forma dinâmica e imprevisível. O avanço das telecomunicações, principalmente da Internet, faz com que as fronteiras geográficas sejam encurtadas, possibilitando assim uma interação global mais efetiva e eficaz. A tecnologia avançada e moderna disponibiliza mecanismos de comunicação cada vez mais rápidos, práticos e eficientes. Assim, torna-se preciso a utilização de uma linguagem que possa interar todos esses acontecimentos e informações, pois a própria Internet, além de facilitar ainda mais o acesso à informação, transforma as pessoas de meros espectadores em participantes do processo comunicativo.
É notório que a língua considerada hoje como universal é o inglês. Esse idioma é descrito atualmente como “idioma internacional”, “língua universal”, “língua franca” e outras tantas denominações que o inglês recebe pela sua importância. Mas, se ele é visto como uma língua universal, isto não se deve ao fato de ser a língua com maior número de falantes e sim porque é o idioma mais difundido no mundo. Ele tem uma característica única, entre as principais línguas do planeta, de possuir mais falantes não-nativos do que nativos; de cada três pessoas no mundo que falam inglês, duas usam a língua como falantes não nativos (Leffa, 2003).
Faz-se necessário então, nesse mundo globalizado atual, conhecer esse idioma. Para a busca de melhores empregos, condições de trabalho, status social, atividades específicas no mundo dos negócios, desenvolvimento acadêmico ou simplesmente ler um artigo internacional da Internet é preciso conhecer inglês. E parece que tudo conspira para uma unificação lingüística numa busca de interação social global da humanidade, uma homogeneidade de idiomas, uma língua hegemônica da qual, desconhecê-la, levará a uma exclusão. E essa língua  certamente é o inglês.
Porém, no Brasil encontramos certas barreiras no ensino de língua inglesa. Há uma falta de interesse e consciência por parte dos jovens e até de suas famílias a respeito da importância de se aprender esse idioma estrangeiro; que na verdade não é tão estrangeiro e desconhecido assim para nós. Falta, para algumas camadas ou grupos sociais, perceber a influência imensa e significativa do inglês na nossa vida cotidiana aqui no Brasil. Muitos não se atêm ao fato de que o tempo todo estamos utilizando “loans” (empréstimos) do inglês em nossa comunicação ativa no dia-a-dia.
Se analisarmos, notadamente a linguagem dos próprios jovens, veremos tamanha utilização de termos ingleses na comunicação trivial, principalmente em artigos cosméticos (shampoo, gloss...), alimentos (bacon, catchup, hamburger, diet...), linguagem de uma maneira geral (bro–brother,  O.K....), produtos e serviços (home theater, marketing, CD-compact disc...), vestuário (jeans, shorts, blaser, top, legging...), linguagem da informática (notebook, scanner, enter, e-mail, site...),  roupas com frases e palavras em inglês, músicas, “slogans” de propagandas na TV e em revistas, etc... Enfim, verifica-se que o uso de termos em inglês é largamente utilizado. Sua influência é tão grande que há palavras que ainda não têm uma tradução correspondente no Português, e acaba-se por utilizá-las em sua forma original, como estrangeirismos.
É imprescindível que tenhamos conhecimento dessa língua, pois estamos vivendo sob sua influência e utilizando-a em nossa comunicação e torna-se necessário mostrar aos jovens alunos que não podemos ser “fantoches” da mídia e do mercado comercial, mas temos que ter personalidade, estarmos sempre bem informados e sabermos o que estamos vivenciando. Isso é sinônimo de interatividade e riqueza cultural, até porque este fenômeno de influência do inglês se observa tanto na comunicação (utilização da língua) como também de costumes (cultura), que são intrínsecos e que não é um fenômeno que acontece somente aqui no Brasil, trata-se de um fenômeno mundial; fato que veremos mais adiante em nossa fundamentação teórica.
Assim, é visivelmente evidente que dinheiro e bens materiais serão substituídos por conhecimento e cultura, numa sociedade futura em que esta linguagem será essencial para se alcançar o sucesso. Dominar, ou simplesmente conhecer os aspectos principais do inglês, é essencial; tendo em vista que ele é importante ferramenta para o mundo acadêmico e profissional. Ele é o meio de comunicação do mundo científico e dos negócios, independentemente de qual país você seja ou esteja. Daí o propósito deste trabalho: a conscientização dos jovens da Escola Pública do Estado do Paraná sobre a real necessidade de conhecer a língua inglesa.
 
5. DEFINIÇÃO DO OBJETO DE ESTUDO
 
Diante da problematização do tema abordado, o objeto de estudo do presente trabalho busca olhar para o inglês como uma Língua Internacional Universal, trazendo um aprofundamento teórico sobre a questão valorativa de se aprender esse idioma.
Para tanto, este estudo visa a produção de uma unidade didática para alunos do Ensino Médio e irá explorar o tema da “Importância do Inglês na contemporaneidade”, buscando a conscientização dos alunos paranaenses em relação a tal fato, uma vez que se observa uma real necessidade de motivá-los para isso.
Assim, o trabalho promove uma análise crítica e atual da linguagem, oferecendo subsídios para uma profunda reflexão e tenta difundir um processo de motivação e democratização para a transformação social.
 
6. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
 
No passado, um dos maiores problemas da educação, estava voltado ao analfabetismo: a falta de conhecimento em se ler e escrever algo. No decorrer do século XX o analfabetismo tornou-se definitivamente uma deficiência intolerável em qualquer plano social, em qualquer profissão. Um analfabeto nos países desenvolvidos de hoje seria uma pessoa totalmente marginalizada.
O que aconteceu com a habilidade de ler e escrever, está começando a acontecer com a habilidade de se dominar uma segunda língua. Se compararmos a importância de se falar uma língua estrangeira 50 anos atrás com a necessidade de hoje de a pessoa ser bilíngüe, pode-se facilmente entender a ameaça que o monolingüismo (predomínio de uma língua hegemônica) representa e imaginar o problema em que se constituirá quando nossos filhos tornarem-se adultos (Schütz, 2006, Online).
A educação não pode mais se restringir ao conhecimento da geração anterior; se ficar apenas na transmissão de conhecimento, sem criá-lo, corre o risco de transmitir um conhecimento inútil. Com a rapidez das mudanças, o futuro tornou-se imprevisível.
          Afirma Morin: “O século XX descobriu a perda do futuro, ou seja, sua imprevisibilidade” (2001, p.79).
          Para se falar de futuro, o ideal é que a idéia geral seja de transformação da realidade em vez de substituição. Vê-se para o futuro a necessidade de conviver com a diversidade generalizada, marcada pelo princípio da divergência. As idéias e as pessoas são diferentes, andam por caminhos diferentes, mas podem convergir para um mesmo objetivo, ainda que vindas de lados opostos. A consciência dessa necessidade de convergência das divergências, leva à busca de uma proximidade, ainda que virtual.
Mas, quer se busque o futuro no presente ou no passado, o fato é que está cada vez mais difícil prevê-lo devido à rapidez com que acontecem essas mudanças. Segundo Leffa: “Mil anos de história no antigo império egípcio, onde se construíram pirâmides durante seis mil anos, parece ter provocado menos mudanças do que os dez últimos anos do século XX”  (2003, p. 227).
Nessa dinâmica desenfreada de acontecimentos, a história fez com que o inglês se tornasse a “língua do mundo” e sentenciou o monolingüismo nos países de língua não-inglesa a se tornar o analfabetismo do futuro.
Isto aconteceu, em primeiro lugar, devido ao grande poderio econômico da Inglaterra no século XIX, alavancado pela Revolução Industrial, e a conseqüente expansão do colonialismo britânico, o qual chegou a alcançar uma grande abrangência geográfica e uma vasta disseminação da língua inglesa.
Em segundo lugar, devido ao poderio político-militar do EUA a partir da Segunda Guerra Mundial, e à marcante influência econômica e cultural, que fez com que o Francês, até então língua dos meios diplomáticos, fosse deslocado e passou-se a solidificar o inglês como idioma padrão das comunicações internacionais.
Tudo isto, aliado ao extraordinário crescimento dos meios de comunicação, fez com que o inglês se tornasse uma língua padrão comum.
Segundo SCHÜTZ:
 
A atual busca de informação aliada à necessidade de comunicação em nível mundial já fez com que o inglês fosse promovido de língua dos povos americano, britânico, irlandês, australiano, neozelandês, canadense, caribenhos e sul-africanos, a língua internacional. Enquanto que o português é atualmente falado em 4 países por cerca de 195 milhões de pessoas, o inglês é falado como língua materna por cerca de 400 milhões de pessoas, tendo já se tornado a língua franca, o Latim dos tempos modernos, falado em todos os continentes por cerca de 800 milhões de pessoas (SCHÜTZ, 2006, Online).
  
Além disso, há estimativas de que 75% de toda a comunicação internacional por escrito esteja em inglês, assim como 80% da informação armazenada nos computadores do mundo e 90% de todo o conteúdo da Internet. O inglês é ensinado como língua estrangeira em mais de cem países.
Observa-se também que o mundo evoluiu a ponto de tornar-se uma vila global e alguns fatores demonstram o quanto é necessário que se estabeleça uma linguagem comum: a redução de custos de passagens aéreas (o que aumenta contatos internacionais em nível interpessoal), a revolução das telecomunicações através da informática, satélites de informações via TV e o conhecimento da humanidade ao alcance de todos através da Internet.
Leffa afirma:
 
Defendo aqui a idéia de que a língua local pode e deve conviver com a língua global. Quando um cientista brasileiro, por exemplo, usa inglês para consultar a bibliografia de sua área de pesquisa ou mesmo apresentar um paper num congresso internacional, ele não vai deixar de usar o português brasileiro; usará as duas línguas, embora, é claro, em situações diferentes e para objetivos diferentes. É provável que para as questões de foro íntimo, com seus familiares, usará português; para o exercício de sua profissão, para divulgar suas pesquisas, usará inglês. As duas línguas podem conviver harmoniosamente na mesma pessoa, de maneira complementar, sem causar conflitos (Leffa, 2003, p. 240).
 
 
 
Ao se globalizar, o inglês perde sua uniformidade e incorpora a diversidade lingüística com a existência não apenas do inglês americano, canadense ou britânico, mas também do coreano, japonês e até brasileiro, refletindo assim uma diversidade cultural. O inglês deixa de transmitir uma única cultura para transmitir várias culturas, produzindo o fenômeno de uma língua multilíngüe e multicultural. Acaba-se usando o inglês não apenas para a aquisição do conhecimento científico mas também cultural.
E à medida que a língua inglesa adquire esse caráter de “língua franca”, torna-se imperioso repensar o que queremos dizer da cultura a ela associada. Pois, no caso do inglês, falado nos quatro cantos do planeta, o ensino da cultura torna-se de suma importância e requer um maior cuidado devido à  transmissão de um multiculturalismo já confirmado. Segundo Gimenez:
 
Um falante interculturalmente competente seria aquele que opera sua competência  lingüística  e sua conscientização sociolingüística a respeito da relação entre língua e o contexto onde é usada, afim de interagir ao longo de fronteiras culturais e prever mal-entendidos decorrentes de diferenças em valores, significados e crenças. Os objetivos do ensino intercultural envolveriam a aprendizagem sobre a cultura, a comparação entre culturas e a exploração do significado de cultura. (Gimenez, 2002.)
 
 
 
Ainda de acordo com Gimenez: “Se língua é cultura, não haveria razão para deixar o ensino de cultura para quando houvesse tempo ou para quando o aluno estivesse mais proficiente” ( 2002).
 Sendo assim, percebe-se que a globalização das culturas e a aproximação ao que se sabe delas (o que os outros fizeram, pensaram, souberam, sua língua etc.) nos  permite  dispor de um amplo capital cultural que está em constante processo de progressão. Somos potenciais beneficiários de um grande legado potencial (Sacristán, 2003).
Atingidos por essa avalanche de conhecimento e informações, nota-se que a língua se apresenta como espaços de construções discursivas, de produção de sentidos, indissociáveis dos contextos onde ela adquire sua materialidade inseparável das comunidades interpretativas que a constróem e são construídas por ela. Desse modo, a língua deixa de lado suas supostas neutralidade e transparência para adquirir uma carga ideológica intensa, e passa a ser vista como um fenômeno carregado de significados culturais (Diretrizes Curriculares, 2006, p. 30).
Parece importante, portanto, afirmar que as sociedades contemporâneas não sobrevivem de modo isolado; relacionam-se, atravessam fronteiras geopolíticas e culturais, comunicam-se e buscam entender-se mutuamente. E um dos objetivos do ensino de inglês é que os envolvidos no processo pedagógico façam uso da língua em situações significativas, relevantes. Trata-se da inclusão social numa sociedade reconhecidamente diversa e complexa, proporcionando uma consciência sobre o que seja a potencialidade desse conhecimento na interação humana.   
Além disso, tem-se a possibilidade de constatar e vivenciar criticamente a diversidade cultural, problematizando as tensões advindas das diferenças, sem perder suas identidades locais, embora elas sejam produtivamente transformadas por tal contato. E isto fará com que se aprenda a construir significados para entender melhor sua própria realidade; confrontando-se com a cultura do outro, tornando-se capaz de delinear um contorno para sua própria identidade, permitindo-se ser sujeito integrante da sociedade e participante ativo do mundo (Diretrizes Curriculares, 2006, p. 32,33).
Através do inglês, aqueles que são meros receptores do conhecimento poderão também se transformar em emissores. Com a internacionalização da imprensa, temos acesso a jornais e revistas de outros países; com a televisão via satélite, passamos a tele-espectadores do mundo; com a Internet evoluímos de espectadores para participantes, podendo interagir com pessoas de qualquer parte do mundo, não só recebendo mas também enviando mensagens. E para falar ao mundo precisamos de duas condições básicas: a primeira, de caráter essencial, é que tenhamos algo a dizer; a segunda, altamente recomendável, é que saibamos inglês.
Portanto, ao assumir este papel de língua global, o inglês é hoje inquestionavelmente reconhecido como a língua mais importante a ser adquirida na atual comunidade internacional. Este fato é incontestável e parece ser irreversível. Assim, é crucial a garantia de que seja ensinado com precisão e eficiência.
 
7. DESENVOLVIMENTO METODOLÓGICO
7.1 ESTUDOS ORIENTADOS    
Momentos de formação/fundamentação através da leitura e resenha de textos, artigos, teses, livros sugeridos pelos professores da IES nas áreas de análise e produção de material didático, teorias de ensino-aprendizagem, gêneros textuais, documentos oficiais tais como Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira para a Educação Básica e Orientações Curriculares para o Ensino Médio (OCEMS), letramento crítico e leitura crítica pertinentes aos cursos desenvolvidos durante o programa e ao objeto de estudo do plano de trabalho.
 
7.2 ENCONTROS DE ORIENTAÇÃO
 
Os encontros de orientação, num total de quatro por período do programa, totalizando 64 horas, ocorrerão conforme datas previstas em cronograma fornecido pela IES.
 No 1º período do programa a professora orientadora Elaine Fernandes Mateus e o grupo de orientandos refletiram sobre seus planos de trabalho, levantaram hipóteses, definiram metas, comentaram sobre as leituras realizadas. Foram eles:
18/04/07 – neste encontro, conhecemos o nosso grupo de orientandos e nossa orientadora, discutimos a leitura de alguns textos, que nos foram entregues no dia 04/04/07 após o encerramento do encontro de área, são eles: “Ensino de línguas estrangeiras: Ocupação ou profissão” de Maria Antonieta Alba Celani, “A formação do Professor de Línguas – A construção de uma identidade Profissional” de Hilário I. Bohn e “Alunas formandas do curso de Letras Anglo-Portuguesas: Escolhas, marcos e expectativas” de Denise Ortenzi, Elaine Mateus e Simone Reis, e falamos de nossas expectativas quanto ao programa.
26/04/07 – respondemos a um questionário entregue pela orientadora, participamos de algumas atividades que nos fizeram refletir sobre a maneira de como nos víamos enquanto professores de inglês, discutimos temas como: cidadania, diversidade, função equalizadora da escola/educação, letramento/multiletramento, transversalidade, língua como prática social e pensamento crítico.
11/05/07 – discutimos idéias com relação ao tema que gostaríamos de desenvolver em nosso plano de trabalho, como seriam nossas ações e a melhor maneira de darmos encaminhamento para ele.
13/06/07 - lemos o que já havíamos escrito em nosso plano, rediscutimos a problematização, objeto de estudo e metodologia e nos foi indicado novas leituras para a fundamentação teórica.
No 2º período do programa, em conjunto com os professores da rede acontecerá a produção de material didático pertinente ao objeto de estudo, sob supervisão da orientadora e as datas ainda serão fornecidas.
          No 3º período as orientações terão como pauta o trabalho de implementação da proposta na escola, o trabalho desenvolvido com os grupos de trabalho em rede.
 No 4º período as orientações subsidiarão a elaboração do trabalho final do professor PDE.
 
 
 
 
7.3 ORIENTAÇÃO AOS GRUPOS DE TRABALHO EM REDE
 
 Será realizado de forma virtual, através do sistema SACIR. É neste momento que o conhecimento será compartilhado entre o professor PDE e os professores da REDE, e estes poderão sugerir, discutir e incrementar a base teórica selecionada para o objeto de estudo da área do professor PDE, assim como participar da elaboração de material didático-pedagógico.
  Um melhor encaminhamento será dado no 2º período do programa, após definições da SEED.
 Carga horária prevista: a ser definida pela SEED.
 
7.4 ENCONTROS REGIONAIS
 
O encontro regional, de responsabilidade da SEED, realizado em Londrina em 19.04.07 versou sobre o repasse de informações gerais sobre o programa, apresentação da Minuta da Resolução 1905/2007 que regulamenta o programa, orientações sobre o plano de trabalho e sobre o trabalho em rede.
 
7.5 ENCONTROS DE ÁREAS ESPECÍFICAS
Encontros com professores orientadores das IES e professores PDE, previstos para acontecerem no primeiro e segundo períodos do programa, como forma de socialização dos trabalhos que estão sendo desenvolvidos pelos professores PDE, perfazendo um total de 32 horas.
 1º Período:
 - 04/04/07 – Conhecendo o Grupo: este encontro foi realizado pela professora orientadora Elaine Mateus que através de algumas dinâmicas de grupo promoveu uma sociabilização entre os membros do grupo para que todos se conhecessem um pouco mais. Também foram debatidos alguns pontos ainda obscuros a respeito do programa.
- 26/04/07 – Conhecendo os Projetos: tal encontro foi ministrado pela professora orientadora Kilda Gimenez que inicialmente através da leitura e discussão do texto “O que as escolas precisam aprender” publicado na revista Época de 23/04/07 e posteriormente por meio de uma conversa informal entre os membros do grupo colocou em pauta os projetos que cada um já tinha em mente.
 - 22/05/07 – Compartilhando Experiências: também comandado pela professora orientadora Kilda Gimenez, este encontro teve o intuito de partilharmos as leituras e experiências que já tínhamos realizado até o momento para a elaboração de nosso Plano de Trabalho.
 - 27/06/07 – Planejando Ações em Leitura de Língua Inglesa: este encontro foi realizado pela professora orientadora Simone Reis que salientou a importância da leitura crítica nas aulas de língua inglesa e demonstrou algumas estratégias através da leitura e discussão de alguns textos jornalísticos e charges.
2º Período: estão previstos para 25/07, 22/08, 19/09 e 17/10/07, com temas a serem definidos.
 
7.6  SEMINÁRIOS ESPECÍFICOS DO PDE
 
 Previstos para acontecerem no 1º e 2º períodos do programa, organizados na forma de palestras e mesa redonda, totalizando 32 horas, cujos temas são de responsabilidade da SEED/Coordenação do PDE.
 
 1º Seminário:
No dia 07/05/07 foi realizada uma palestra sobre o tema: “Conhecimento e Teorias Pedagógicas” com o palestrante Dr. Newton Duarte (UNESP – Araraquara) que versou sobre as Teorias Pedagógicas que têm permeado nosso trabalho como educadores e em que essas práticas têm colaborado ou não no processo de ensino e aprendizagem, bem como a preocupação com a formação de professores reflexivos, salientando assim a necessidade de uma reforma universitária.
No mesmo dia também foi realizada uma Mesa Redonda sobre o tema                “A Formação de Docentes e a Necessária Articulação com a Educação Básica”, composta pelos professores: Dr. Newton Duarte (UNESP), Dra. Maria L. Tursi Toledo (UEM), Ms. Edmilson Lenardão (UEL) e Ms. Alayde M. P. Digiovani (SEED) que debateram as Políticas Educacionais e Licenciaturas atuais, as Diretrizes Curriculares para a formação de professores assim como a competência para a docência como concepção nuclear na orientação dos cursos dando foco no processo de ensino e de aprendizagem, no principio metodológico geral fundamentado na ação-reflexão e na apropriação dos conteúdos das áreas.
No dia 08/05/07 foi realizada a palestra sobre o tema “Educação e o Mundo do Trabalho” com o professor Dr. Giovanni Alves (UNESP – Marília) que abordou o significado ontológico da categoria “trabalho” e também a centralidade da educação para o mundo do trabalho do século XXI.
Também no dia 80/05/07, realizou-se a Mesa Redonda sobre o tema “A Formação Continuada Frente aos Desafios do Mundo do Trabalho” composta pelos professores Dr. Giovanni Alves (UNESP), Dra. Elma J. G. de Carvalho (UEM), Ms. Edmilson Lenardão (UEL) e Dra. Sandra Regina de O. Garcia (SEED)
 O 2º Seminário está previsto para agosto de 2007.
 
7.7  CURSOS / IES
Cursos organizados e realizados nas IES, de responsabilidade dos professores orientadores, perfazendo um total de dois cursos de 64 horas cada no 1º período e outros dois com a mesma carga horária no 2º período do programa. De acordo com o cronograma de atividades do professor PDE estes cursos deverão perfazer um total de 256 horas e atender o planejamento curricular do programa.
1º Semestre de 2007:
  O primeiro curso realizado neste semestre foi o denominado “O Lúdico e as Teorias de Ensino-aprendizagem de Língua Inglesa: (Re)criando o conhecimento numa perspectiva sócio-histórico-cultural” ministrado pelas professoras Dra. Elaine Mateus e Dra. Denise Ortenzi no dias 09, 10, 17, 18, 23, 24, 31/05 e 01/06/07, totalizando a carga horária de 64 horas. Durante o curso foram realizadas leituras e discussões dos textos: “Ensino: as abordagens de processo” de Maria da Graça Nocolleti Mizukami, “A Escola de Vygotsky” de Suely Amaral Mello, “The role of theory in learning and instruction” de Margaret Gredler, “ O jogo e os processos de aprendizagem e desenvolvimento: aspectos cognitivos e afetivos” de Thaís Tezani, “ Jogo e brinquedo: reflexões a partir da teoria crítica” de Gildo volpato, “ Is it fun? Language play in a fifth-grade spanish immersion Classroom” de Maggie Broner e Elaine Tarone e “Language play, language learning” de Guy CooK e também atividades práticas de elaboração de materiais que incluíssem o lúdico em seus conteúdos. Este curso teve uma colaboração importante no que diz respeito à delimitação do objeto de estudo do Plano de Trabalho uma vez que foi debatida a importância da criticidade na educação e da busca de estratégias para que isso se torne possível nas escolas.
O segundo curso realizado neste semestre foi o denominado “Análise de material didático sob a perspectiva de letramento crítico e prática social” ministrado pela professora Ms. Kilda Maria Prado Gimenez nos dias 21, 22, 28, 29 e 30/06, totalizando 40 horas. Durante o curso foram realizadas leituras e discussões dos textos: “Authentic Materials: Selection and Implementation in Exercise Language Training” de Valeriu Dumitrescu, “The language teaching matrix: Curriculum Methodology and Materials” de Jack Richards e “O papel do professor de língua estrangeira: uma retrospectiva” de Fernanda Thomaz Maza. Também foram realizadas atividades práticas em que pudéssemos analisar criticamente os materiais didáticos que utilizamos em sala de aula, além de trocarmos experiências positivas e atividades diferenciadas que possam levar ao letramento crítico. Este curso teve uma importância relevante para o desenvolvimento do Plano de Trabalho, pois apresentou um material de pesquisa essencial para a conscientização da importância do letramento e da leitura crítica nas nossas aulas, inclusive de língua estrangeira.  
O restante da carga horária do segundo curso, 24 horas, será o denominado “Abordagem construtivista e o ensino de leitura” e será ministrado pela professora Simone Reis em data ainda a ser marcada.
2º Semestre de 2007
  Estão previstos cursos com os possíveis temas: Avaliação dos processos de ensino-aprendizagem; Produção de material didático: Leitura em Língua Inglesa; Planejamento Curricular; Classroom discourse analysis e Creative writing. As datas ainda não foram definidas.           
 
7.8 ATIVIDADES / DISCIPLINAS OPTATIVAS IES
 
A carga horária, totalizando 64 horas, deverá ser cumprida na participação em disciplinas ou outros eventos realizados na IES, no 2º período do programa.
Possíveis eventos:
 - Congresso de formação de professores em pré e em serviço.
 - Oficina de tradução e interpretação.
 - Seminário de pesquisa da linha ensino/aprendizagem e formação do professor de língua estrangeira.
   - SEPECH – Seminário de pesquisa e extensão do Centro de Ciências Humanas.
 
7.9 ATIVIDADES DE FORMAÇÃO E INTEGRAÇÃO EM REDE – PDE
Tais atividades referem-se ao treinamento do professor PDE para utilização do Sistema SACIR ( Sistema de Acompanhamento e Integração em Rede) . O CRTE de cada núcleo regional de ensino fará o acompanhamento da formação e integração em rede através deste sistema. Também são os momentos de planejamento e desenvolvimento de material didático em colaboração entre o professor PDE, orientador da IES e pares do Grupo de Trabalho em Rede, através deste sistema. Estas atividades terão por finalidade proporcionar uma extensão do processo de formação continuada aos professores da rede.
 
7.10 ELABORAÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO
Elaboração de uma unidade didática, possivelmente um FOLHAS, que contemple um processo de conscientização dos estudantes sobre a real necessidade de se conhecer e aprender Inglês, devido a sua imensa disseminação pelo mundo e por ser considerado um instrumento universal de transmissão e compartilhamento de culturas e costumes. Deverá conter atividades que levem o aluno a repensar e rediscutir o uso da língua inglesa no cotidiano atual universal, independente da nacionalidade, língua, país e costumes; visando uma readequação e um novo olhar para o multiculturalismo, oferecendo subsídios e estabelecendo critérios de formação e uso desse idioma.
 Esta unidade poderá ser feita individualmente ou em grupos durante os encontros de área, encontros de orientação, cursos específicos, nas horas de estudos em casa, através do sistema SACIR com os professores da rede, com foco na “Importância do Inglês na atualidade”, durante as aulas de Língua Inglesa, a partir do trabalho realizado em sala de aula enfocando textos de diferentes gêneros. De acordo com o cronograma de atividades do professor PDE, deverá ser desenvolvido no 2º período do programa, perfazendo 64 horas.
 
7.11 IMPLEMENTAÇÃO DA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO NA ESCOLA
 
A proposta de intervenção do trabalho na escola é desenvolver com os alunos propostas de atividades que levem à pesquisa, reflexão e desenvolvimento nas abordagens de comunicação, bem como sua valorização e aplicação social.
Isto se dará através da aplicação de materiais didáticos abordando temas a partir de textos de diferentes gêneros discursivos, tendo como objetivo primordial promover o desenvolvimento de atividades que levará o aluno a reaprender questões de sua própria vivência, inserção social, consumo de costumes, idéias e identidades e percepção da globalização. Assim, tendo acesso a informações de cunho histórico/geográfico/cultural, terá condições de interagir e transformar sua sociedade.
A intervenção terá como público alvo as turmas de Ensino Médio, período matutino do Colégio Estadual Joaquim Maria Machado de Assis – Ensino Fundamental e Médio na cidade de Santa Mariana - Pr. Esta se dará no 3º período do programa e abrangerá 32 horas da carga horária, de acordo com o cronograma recebido.
 
7.12 AVALIAÇÃO E REGISTRO DOS RESULTADOS DO TRABALHO
 A partir da utilização do material didático formulado, serão avaliados os pontos positivos e negativos do trabalho proposto a partir da análise das atividades e do feedback dos alunos que realizaram as propostas. O registro será em forma de elaboração de um artigo científico que pode versar sobre estudo de caso, uma pesquisa etnográfica e levantamento bibliográfico. As demais atividades do programa tais como: Seminários, Cursos e disciplinas ministradas, e orientação aos Grupos de Trabalho em rede poderão ser avaliadas através de um relatório onde serão registrados os aspectos que contribuíram para o desenvolvimento do material didático.   
 
8. CRONOGRAMA DE ATIVIDADES (PERÍODOS DA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES)
 
 

1º Período : 12/03/2007 a 06/07/2007
Atividades
Responsável
 Local
Datas
Participantes
CH
Aula Inaugural
SEED/SETI
Curitiba
12 /03
Todos
08
Elaboração do Plano de Trabalho
Prof. PDE
Descentralizado
1º Período
Prof. PDE
32
Curso 1
IES/Coordenador
UEL
09,10,17,18,23,
24,31/05 e 01/06
Prof. PDE
64
Curso 2
IES/Coordenador
UEL
21,22,28,29 e
30/06
Prof. PDE
40
Seminário Geral 1
SEED/Coordenação
Londrina
07 e 08/05
Prof. PDE
16
Encontros de Área
IES/Coordenador
UEL
04 e 26/04,
22/05 e 27/06
Prof. PDE
16
Encontros de Orientação
Prof. Orientador
UEL
18 e 26/04,
11/05 e 13/06
Prof. PDE
16
Encontro Regional
SEED/Coordenação
UEL
19/04
Prof. PDE
Rep. NRE
08
Ativ. de Formação e Integração em Rede - AFIR
Professor PDE
Descentralizado
A definir
Prof. Rede
64
Grupo de Trabalho em Rede - GTR
Professor PDE
Descentralizado
A definir
Prof. Rede
16
Carga horária do 1º período
280

 
 
 
 
 

2º Período : 23/07/2007 a 18/12/2007
Atividades
Responsável
Local
Datas
Participantes
CH
Continuação do Curso 2
IES/Coordenador
UEL
A definir
Prof. PDE
24
Curso 3
IES/Coordenador
UEL
A definir
Prof. PDE
64
Curso 4
IES/Coordenador
UEL
A definir
Prof. PDE
64
Seminário Geral 2
SEED/Coordenação
A definir
Agosto/2007
Prof. PDE
16
Encontros de Área
IES/Coordenador
UEL
25/07, 22/08,
19/09 e 17/10
Prof. PDE
16
Encontros de Orientação
Prof. Orientador
UEL
25/07, 22/08,
19/09 e 17/10
Prof. PDE
16
Ativ. de Formação e Integração em Rede - AFIR
Prof. PDE
Descentralizado
A definir
Prof. Rede
64
Elaboração de Material Didático
Prof. PDE
Descentralizado
2º Período
Prof. Rede
64
Grupo de Trabalho em Rede - GTR
Prof. PDE
Descentralizado
A definir
Prof. Rede
16
Disciplina Optativa
IES/Coordenador
UEL
A definir
Prof. PDE
64
Carga horária do 2º período
408

 
 
 
 
 
 

3º Período : 04/02/2008 a 04/07/2008
Atividades
Responsável
Local
Datas
Participantes
CH
Encontros de Orientação
Prof. Orientador
UEL
A definir
Prof. PDE
16
Ativ. de Formação e Integração em Rede - AFIR
Prof. PDE
Descentralizado
A definir
Prof. Rede
64
Grupo de Trabalho em Rede - GTR
Prof. PDE
Descentralizado
A definir
Prof. Rede
16
Implementação da Proposta de Intervenção na Escola
Prof. PDE
Escola
3º período
Prof. PDE
Prof. Rede
32
Carga horária do 3º período
128

 
 
 
 
 
 

4º Período : 21/08/2008 a 04/07/2008
Atividades
Responsável
Local
Datas
Participantes
CH
Encontros de orientação
Prof. Orientador
UEL
A definir
Prof. PDE
16
Ativ. de Formação e Integração em Rede - AFIR
Prof. PDE
Descentralizado
A definir
Prof. Rede
64
Grupo de Trabalho em Rede - GTR
Prof. PDE
Descentralizado
A definir
Prof. Rede
16
Elaboração do Trabalho Final do PDE
Prof. PDE
Descentralizado
4º Período
Prof. PDE
32
Apresentação do Seminário de Socialização
Prof. PDE
Escola
4º Período
 
08
Carga horária do 4º período
136
CARGA HORÁRIA TOTAL DO PROGRAMA
952

 
 
 
 
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 
BARSA, Nova Enciclopédia, Encyclopaedia Britannica do Brasil, São Paulo, Melhoramentos,1998.
 
CELANI, M. A. A. Is there to much concern for the cognitive in our teacher training programmes? PUC-SP: Anais do V ENPULI, 1983
 
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes Curriculares de Língua Estrangeira Moderna para a Educação Básica, Curitiba: SEED, 2006. Disponível na página do Portal Educacional do Estado do Paraná <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br> . Acesso em 20 jun. 2007.
 
GIMENEZ, T. Competência Intercultural na Língua Inglesa. Disponível em: <http://www.uel.br/cch/nap/artigos/artigo05.htm>. Acesso em 10 jul. 2007.
 
GIMENEZ, T. Eles comem cornflakes, nós comemos pão com manteiga: espaços para reflexão sobre cultura na aula de língua estrangeira, Londrina, 2002. Disponível em: <http://www.uel.br/cch/nap/artigos/artigo07.htm>. Acesso em 12 jul. 2007.
 
LEFFA, Vilson J. O ensino do inglês no futuro: da dicotomia para a convergência. In: STEVENS. Cristina Maria Teixeira; CUNHA, Maria Jandyra Cavalcanti. Caminhos e colheita: ensino e pesquisa na área de inglês no Brasil. Brasília: editora UnB, 2003, p. 225-250.
 
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 3.ed. São Paulo: Cortez: Brasília: UNESCO, 2001.
 
SACRISTÁN, J. G. O significado e a função da educação na sociedade e na cultura globalizadas. In: GARCIA, R. L., MOREIRA, A. F. B. (orgs). Currículo na contemporaneidade: incertezas e desafios. São Paulo: Cortez, 2003.
 
SCHÜTZ, Ricardo. O Inglês como Língua Internacional. English Made in Brazil. Disponível em: <http://www.sk.com.br/sk-ingl.html>. Online. 22 de março de 2006. Acesso em 20 mai. 2007.
 
 
 
BIBLIOGRAFIA DAS ATIVIDADES
 
 
CURSOS
 
BRONER, Maggie A.; TARONE, Elaine.E. Is It Fun? Language Play in a Fifth-Grade Spanish Immersion Classroom. Canadian Modern Language Review. Vol. 58, n. 4, jun.2002. Disponível em: <http://mail.google.com/mail/?attid=0.1&disp=inline&view=att&th=1127cd3dd894cf02>. Acesso em: 14 maio. 2007.
 
COOK, Guy. Language play, language learning. ELT Journal Volume 51/3 July 1997. Oxford University Press 1997.
 
CRISTOVÃO, Vera Lúcia Lopes. Gêneros ensinados em inglês como língua estrangeira: uma problemática de transposição. Trabalho apresentado a III Conferência de Pesquisa Sócio-Cultural, Campinas, 2002.
 
CRISTOVÃO, Vera Lúcia Lopes. Modelo didático de gênero como instrumento para formação de professores. In Gêneros textuais e práticas discursivas: subsídios para o ensino da linguagem. José Luiz Meurer, Désiree Motta – Roth (Orgs). Bauro, São Paulo: EDUSC, p. 31-73, 2002.
 
FIORI, Adriana. Modelos teóricos de leitura e sua contribuição para o ensino-aprendizagem. SINGUM: Estud. Ling., Londrina, n.6/1, p. 137-166, dez. 2003.
 
GREDLER, Margaret E. The Role of Theory in Learning and Instruction. In. Gredler, Margaret Learning And Instruction – Theory Into Practice. Cap.1. Upper Saddle River, New Jersey. Columbus, Ohio. 2001. p. 3-21.
 
LOPES, L.P.M. A Nova Ordem Mundial, os Parâmetros Curriculares Nacionais e o Ensino de Inglês no Brasil: A Base Intelectural para uma Ação Política. In: Barbara, L.; Ramos, R.C.G. ( Orgs). Reflexões e ações no ensino-aprendizagem de línguas. Campinas: Mercado de Letras, 2003.
 
LOPES, Luiz Paulo da Moita. A Construção do Gênero e do Letramento na Escola: Como um tipo de Conhecimento Gera o Outro. In: Investigações: Lingüística e Teoria Literária, Recife (UFPE), v.17, n.2, p.47-68, 2005.
 
LOPES, M. G. Jogos na educação: criar, fazer, jogar. São Paulo: Cortez Editora,2005.
 
MAZA, F.T. O Papel do professor de língua estrangeira: uma retrospectiva. In: Maria Antonieta Alba Celani. (Org.). Ensino de segunda língua - redescobrindo as origens. São Paulo: EDUC, 1997, v. , p. 87-105.
 
MELLO, Suely Amaral. A Escola de Vygotsky. In: Introdução à Psicologia da Educação. Kester Carrara ( Org.). São Paulo: Avercamp,2004. p.135-155.
 
MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens de processo. São Paulo. EPU, 1986. cap. 1, p. 7-36.
 
MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens de processo. São Paulo. EPU, 1986. cap. 4, p. 59-83
 
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Os Gêneros Escolares: Das práticas de linguagem aos objetos de ensino. Revista Brasileira de Educação. n.11, 1999.
 
SIGNORINI, Inês. O gênero relato reflexivo produzido por professores da escola pública em formação continuada. In: Gêneros catalizadores: Letramento & Formação do Professor. Inês Signorini (Org). São Paulo: Parábola. p. 54-70, 2006.
 
SOUZA, Lynn Mario T. Menezes de. O conflito de Vozes na Sala de Aula. In: O jogo discursivo na aula de leitura: língua materna X língua estrangeira. Maria José Rodrigues Faria Cotacini (Org.). Campinas: Pontes. p. 21-26. 1995.
 
TEZANI, Thaís Cristina Rodrigues. O jogo e os Processos de Aprendizagem e Desenvolvimento: Aspectos Cognitivos e Afetivos. Disponível em: <http://mail.google.com/mail/?attid=0.1&disp=inline&view=att&th=11251d0382bfdcc3>. Acesso em: 05 maio. 2007.
 
TOMLINSON, B. .; MASUHARA, Hitomi. A Elaboração de Materiais para Cursos de Idiomas. São Paulo: Special Book Services Livraria, 2005. Portfolio SBS: reflexões sobre o ensino de idiomas; 12.
 
VOLPATO, Gildo. Jogo e Brinquedo: Reflexões a Partir da Teoria Crítica. Educ. Soc., Campinas, vol. 23, n.81, p. 217-226, dez. 2002. Disponível em: <http://www.cedes.unicamp.br>. Acesso em: 05 maio. 2007.
 
 
 
ENCONTROS DE ÁREA  E ENCONTROS DE ORIENTAÇÃO
 
BOHN, H. I. A formação do Professor de Línguas – A Construção de uma Identidade Profissional. In: Investigações: Lingüística Aplicada e Teoria Literária, Recife (UFPE), v.17, n. 2, p. 97-113, 2005.
 
CELANI, M. A. A. Ensino de línguas estrangeiras:Ocupação ou profissão. In V.J.Leffa (Org). O professora de Línguas Estrangeiras: construindo a profissão (pp. 25-43). Pelotas: Educat. 2006.
 
KACHUR, R., PRENDERGAST, C. A Closer at Authentic Interaction Profiles of Teacher-Student Talk in Two Classrooms. In: NYSTRAND, Martin et al. Opening Dialogue: undestanding the dynamics of language learning in the English classroom. New York: Teachers College Press, 1997. cap. 3, p. 75-88.
 
LEFFA, V.J. Perspectivas no estudo da leitura; Texto, leitor e interação social. In: LEFFA, Vilson J.; PEREIRA, Aracy, E. ( Orgs.) O ensino da leitura e produção textual; Alternativas de renovação. Pelotas: Educat, 1999. p.13-37.
 
NYSTRAND, M. Dialogic Instruction: When Recitation Becomes Conversation. In: NYSTRAND, Martin et al. Opening Dialogue: undestanding the dynamics of language learning in the English classroom. New York: Teachers College Press, 1997. cap. 1, p. 1-29.
 
NYSTRAND, M. What's Teacher to Do? Dialogism in the Classroom. In: NYSTRAND, Martin et al. Opening Dialogue: undestanding the dynamics of language learning in the English classroom. New York: Teachers College Press, 1997. cap. 4, p. 89-108.
 
ORTENZI, D.I.B.G., MATEUS, E. F., REIS, S. Alunas formandas do curso de Letras Anglo-Portuguesas: Escolhas, marcos e expectativas. In T. Gimenez (Org). Trajetórias na formação de professores de línguas (pp. 145-155). Londrina: Eduel. 2002.
 
 

 

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